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Jorge Dória Morreu – Morte do Ator do Zorra Total, Causa

Jorge Dória Morreu – Morte do Ator do Zorra Total, Causa – Fotos do ator Jorge Dória jovem

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Jorge Dória, ator brasileiro, morreu dia 06 de novembro aos 92 anos de complicações cardiorrespiratórias e renais. Internado desde o dia 27 de setembro, o ator tratava de uma infecção respiratória, e permaneceu internado na UTI do hospital Barra D'Or no Rio de Janeiro.

Ator de talento nato vai fazer falta na TV e principalmente no Zorra Total. O velório do ator Jorge Dória será no dia 07/11/2013 ás 11h no Memorial do Carmo, no Caju, centro do Rio de Janeiro e a cremação será às 16h também do dia 07 de novembro.

Jorge Dória foi casado com Isabel por 30 anos. Deixou um filho, Rodrigo, do casamento com a atriz Leda Valle.  Foi casado também com a vedete Irís Bruzzi.

 Jorge Dória iniciou na carreira artística na década de 1940, foi integrante do Teatro por 10 anos, onde atuou na companhia de Eva Todor e Luis Iglesias. Era natural da Vila Isabel, Rio de Janeiro, o carioca foi batizado como Jorge Pires Ferreira.

No cinema, o ator Jorge Dória atuou em um papel coadjuvante no melodrama "Mãe" (1947), do radialista Teófilo de Barros. Depois, foi contratado pelo estúdio Atlântida para o melodrama antirracista "Também Somos Irmãos" (1950) e o policial "Maior que o Ódio" (1951), de José Carlos Burle.

Em 1962, foi um delegado no premiado "Assalto ao Trem Pagador", de Roberto Faria, que lhe rendeu o Prêmio Saci de melhor ator coadjuvante.

Em filmes policiais, criou o argumento e colaborou no roteiro de mais dois filmes do gênero: "Amei um Bicheiro" (1952), de Jorge Ileli e Paulo Wanderlei; e "Mulheres e Milhões" (1961), de Ileli. Assinou também o argumento de "Absolutamente Certo" (1957), de Anselmo Duarte, e de outros 11 filmes.

Na televisão Jorge Dória iniciou em 1970, na extinta TV Tupi, participando da novela "E Nós, Aonde Vamos?", da cubana Glória Magadan. Foi para a Globo em 1973, onde participou da primeira versão do seriado "A Grande Família", em que fez o papel do patriarca Lineu, interpretado por Marco Nanini nos dias de hoje.

Sua primeira novela na Globo foi "O Noviço", em 1975, adaptação de Mário Lago para a peça homônima de Martins Pena. Depois de um breve período na TV Tupi, em que atuou na novela Aritana, de Ivani Ribeiro, voltou à Globo em 1978, para protagonizar "O Pulo do Gato".

Em 1974, viveu no teatro o homossexual George na primeira montagem da comédia "A Gaiola das Loucas", de Jean Poiret, com adaptação e direção de João Bethencourt. Voltou ao espetáculo em 1995. Atuou em vários filmes do gênero pornochanchada, entre elas, "Como é Boa a Nossa Empregada" (1973), "Oh, que Delícia de Patrão!" (1974) e "Com as Calças na Mão" (1975).

Jorge Dória participou também na TV de tramas como "Tieta", "Deus nos Acuda", "Meu Bem, Meu Mal", "Era Uma Vez" e "Suave Veneno". O sucesso de público veio com "Que Rei Sou eu?", de 1989, onde viveu conselheiro Vanoli Berval. Sua última participação na televisão foi em "Zorra Total". Ator de naturalidade admirável, Jorge Dória sempre convenceu com suas atuações e ganhou muitos fãs e admiradores.

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