Lição de casa

Política na Roma Antiga: História Sociedade, Governo, Reis, Imperador

Política na Roma Antiga

política-na-roma-antiga-históriaPolítica na Roma Antiga – Primeiramente, os romanos tinham como forma política a monarquia. Os reis romanos eram eleitos de acordo com a opinião dos mais velhos das tribos e acumulavam também a função de sacerdote.

A sociedade era baseada em gens, um grupo de pessoas com um antepassado comum. Além de seus membros naturais, a gens tinha outros membros, que ficaram conhecidos por clientes. A família romana teve origem na gens, dirigida pelo páter-famílias, que tinha a autoridade sobre os filhos, escravos e bens do grupo. A família romana foi se tornando mais importante que a gens, pelo fato de os patres-famílias passarem a ocupar cargos mais importantes na direção da cidade.

Cerca de um século depois, Roma passou a ser governada por reis etruscos. A reunião entre Roma e o Império Etrusco fez com que a cidade passasse a exercer forte supremacia sobre a região do Lácio.

O primeiro rei estrusco governante em Roma foi Tarquínio Prisco, sendo sucedido por Sérvio Túlio. Este se destacou pela forma político-militar que executou, dando aos plebeus a chance de ter alguma participação no serviço militar e na política, mesmo que limitadamente. Para esse fim, foi criada a Assembléia Curiata, monopólio das tribos patrícias.

O movimento dos patrícios que inaugurou a República em Roma tinha como objetivo afastar a nobreza etrusca do poder. Os patrícios venceram os etruscos porque a rebelião coincidiu com a decadência do Império Etrusco.

Aproveitando-se da decadência do Império Etrusco, os patrícios substituíram o governo monárquico por um governo oligárquico, que atendia a seus interesses. Organizaram uma República de ricos proprietários, deixando as camadas pobres cada vez mais pobres e aumentando o número de escravos.

Depois da derrubada da Monarquia, o senado, tendo trezentos membros, sendo eles os mais velhos das famílias importantes de Roma, tornou-se o órgão de maior poder decisório. Tinha várias funções, entre elas, garantir a tradição romana e assessorar magistraturas.

Havia, além do senado, a Assembléia Centuriata. Era composta por dezenove centúrias (batalhões com cerca de cem homens) e decidia sobre guerra e paz, além de indicar os magistrados.

Assim como na Grécia, os membros do exército romano republicano tinham de armar-se com os recursos que tivessem. Entravam em cena então os assidui, camponeses-soldados que tinham materiais o suficiente para armarem-se e servir à cidade. Por outro lado, os grandes proprietários patrícios podiam manter e controlar as tropas dos assidui, porque esses generais tinham o direito de mais votos na assembléia centuriata, garantindo a vitória de quem desejassem.

Mais um importante dever da República romana eram as magistraturas, que exerciam e combinavam as funções do que hoje são os poderes executivo e judiciário. Os censores vigiavam a conduta moral e eram responsáveis pelo censo. Os pretores aplicavam as determinações da justiça. Os édis eram responsáveis pelo policiamento e abastecimento da cidade, além da preservação de edifícios públicos. Os questores, administradores do dinheiro público. Por último, a mais importante magistratura, o consulado. O poder deste também pertencia aos patrícios, pois o consulado era ocupado por dois altos militares patrícios, eleitos pela assembléia das centúrias para um exercício de um ano. Eram detentores de amplos poderes militares e políticos. Em casos de maior gravidade, instituía-se o ditador, indicado geralmente pelos cônsules, com poderes absolutos durante seis meses. Desta forma, é possível afirmar que a República foi o regime político que garantiu o domínio geral dos patrícios sobre toda a sociedade.

Uma importante magistratura era o Tribunato da Plebe, que surgiu no auge dos conflitos entre patrícios e plebeus.

Roma se transformou num império, e não era mais governada como uma cidade-estado. Enquanto isso, era visto mais riquezas, embora os pobres ficassem cada vez mais pobres.

Gaius Julius Caesar Octavianus Augustus  tornou-se o primeiro Imperador Romano, governando de 27 a.C. a 14 d.C. Suas primeiras medidas tinham por finalidade reestruturar a administração do novo Estado Imperial: restringiu as funções do Senado; criou uma nova ordem administrativa (as prefeituras); melhorou as formas de cobranças de impostos; instituiu a guarda pretoriana com a função de garantir a proteção do imperador.

O Império Romano começou a entrar em crise, já que a principal fonte de riqueza deste era o trabalho escravo, que estava começando a diminuir devido às condições que davam aos cidadãos o direito de se dedicar a atividades como guerra, cultura ou à, simplesmente, não trabalhar.

Apesar de o tráfico de escravos prosseguir, não supria necessidades de todos os cidadãos que estavam livres do império.

As crises romanas internas foram somadas ao perigo de invasões na fronteira do império. Os persas tentavam retomar algumas províncias asiáticas da Roma, enfraquecendo a sua defesa sobre as fronteiras asiáticas.

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