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Resumo sobre os Fenícios e Hebreus – História

Resumo sobre os Fenícios e Hebreus – História

FENÍCIOS

Os fenícios viviam numa região do litoral onde hoje estão o Líbano e a Síria. O solo pouco fértil e o clima seco atrapalhavam a agricultura, mas a excelente madeira do cedro permitia construir navios. Os fenícios foram grandes comerciantes e navegadores.

Os fenícios foram os primeiros grandes marinheiros. Comerciavam cedro, vidro transparente (que eles inventaram) e tecidos pintados com púrpura. As cidades fenícias de destaque eram portos, e a mais famosa era Cartago, que estava localizada no norte da África. Os fenícios também eram conhecidos como piratas.

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O alfabeto fenício foi adaptado pelos gregos antigos e, mais tarde, readaptados pelos romanos. Daí surgiu o nosso alfabeto atual. O idioma dos fenícios era da mesma família do idioma falado pelos babilônicos e por um povo que vivia na Palestina: os hebreus.

HEBREUS

Os hebreus também são chamados de judeus ou de israelitas. A característica marcante da civilização hebraica foi o monoteísmo. Os hebreus acreditavam que Deus havia feito uma aliança com eles: se fossem obedientes aos mandamentos de Deus e O louvassem, seriam protegidos.

Os ensinamentos de Deus foram postos no livro sagrado dos judeus que é a primeira parte da Bíblia, o chamado “Antigo Testamento”. Os heróis bíblicos como Abraão, Moisés, Davi e Noé eram todos judeus.

De acordo com a Bíblia, os judeus descendem do patriarca Abraão, que recebeu a orientação de Deus para levar os judeus para a “terra prometida”, Canaã (onde hoje é Israel). Jacó teria levado os hebreus para o Egito. Durante séculos, a comunidade hebraica teria vivido relativamente bem no Egito. Mas por volta de 1580 a.C. a situação mudou. Os egípcios queriam aumentar o poder do Estado e passaram a exigir demais dos hebreus com impostos, corveias e escravidão. A fuga (chamada Êxodo) foi liberada por Moisés. No Monte Sinai, Deus entregou a Moisés as duas placas de pedra que eram as tábuas da lei. Nelas estavam escritos os Dez Mandamentos.

Ainda de acordo com a Bíblia, os hebreus voltaram à Cananeia e tiveram que enfrentar os povos que viviam lá, como os cananeus e os filisteus. O jovem hebreu Davi teria derrotado o filisteu Golias com uma pedra. Adulto, Davi tornou-se rei e entrou vitorioso em Jerusalém, que se tornou a capital do Reino de Israel. Depois da morte de Davi, o trono foi ocupado por Salomão. Ele criou o Templo de Jerusalém, com os recursos adquiridos da elevação dos impostos. Após a morte de Salomão, houve uma revolta popular contra o excesso de tributos, que levou à divisão do reino em duas partes: ao norte, o reino de Israel, no sul, o reino de Judá. Por isso os hebreus são também chamados de judeus.

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Assírios e babilônicos invadiram o território dos judeus. Quando a babilônia foi tomada pelos persas, os judeus puderam retornar à Cananeia. Séculos mais tarde, os romanos dominaram os judeus. Foi nesse momento que nasceu Jesus de Nazaré, um judeu que milhões de seres humanos não judeus reconheceriam como o Filho de Deus. Entretanto, para os judeus, o Messias até hoje não chegou. Portanto, os judeus não aceitam a divindade de Jesus, que para eles contraria o monoteísmo. A parte da Bíblia chamada Novo Testamento, escrita em grego, não é seguida pelos judeus.

Durante a dominação romana, muitas rebeliões judaicas foram massacradas. Isso motivou a dispersão da população hebraica, a chamada diáspora. Milhares de famílias judaicas foram para a Europa. A Europa cristã muitas vezes perseguiu os judeus, sob os mais variados e preconceituosos pretextos.

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FONTE: Schmidt, Mario Furley. Nova história crítica: ensino médio: volume único – 1 e.d. – Nova geração, 2005.

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1 Comentário

  1. Baby Siqueira Abrão disse:

    Texto sobre os hebreus com viés claramente político. Baseia-se no Antigo Testamento, que é livro autodenominado revelado e não livro de história, com fatos comprovados por farta documentação, como exigem os historiadores. Pesquisas arqueológicas na Palestina, em Israel, na Jordânia, na Síria nada encontraram que validasse as narrativas bíblicas. Nem mesmo sinais dos templos (Davi e Salomão) foram encontrados. Ver o livro "E a Bíblia não tinha razão", de dois arqueólogos israelenses, Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman, ed. Girafa. Como o livro foi retirado do mercado, deve ser encontrado apenas em sebos.

    Os hebreus formavam uma etnia; os judeus formam uma comunidade religiosa; os israelitas eram os habitantes do pequeno reino da Israel bíblica. Essas comunidades antigas pouco têm a ver com os judeus e os israelenses de hoje. Os sionistas, que construíram Israel sobre a Palestina, são descendentes dos casares. Convertidos ao judaísmo aproximadamente no século VII depois de Cristo, os casares viram seu reino ser invadido e dominado por povos vindos de terras distantes (provavelmente vickings); sem conseguir resistir ao ataque, fugiram para o leste europeu e lá ficaram durante séculos. Muitos foram para a Palestina quando as milícias sionistas, depois de promover massacres e expulsão de milhares de palestinos, fundaram Israel. Ver "A invenção do povo judeu" e "A invenção da terra de Israel", de Shlomo Sand, professor de história da Universidade de Tel Aviv.

    Não foi a ONU que criou Israel porque não é permitido à ONU criá-los. O que houve foi a RECOMENDAÇÃO, por parte da Assembleia Geral de 29/11/1947, para que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse o plano de partilha da Palestina. O Conselho jamais se reuniu para examinar a recomendação, uma vez que não pode criar países por força de sua Carta de fundação e de suas normas. Até mesmo a recomendação foi resultado de uma trama política. Ao ver que a recomendação da partilha seria negada pela Assembleia, o brasileiro Osvaldo Aranha, que a presidia, encerrou-a, e ela só foi retomada 2 ou 3 dias depois — tempo suficiente para os sionistas visitarem os representantes dos países que votaram contra a partilha a fim de levá-los a mudar de ideia. Valeu tudo: de cheque em branco a ameaças de desestabilização e de quebra da economia dos países que não haviam dado seu voto pela partilha. Tudo isso está devidamente documentado. Ver "Palestine and the Great Powers", de M. J. Cohen, que conta, em detalhes, toda a trama do confisco da Palestina pelos sionistas europeus. A maioria jamais pusera os pés na Palestina.

    Colocar afirmações falsas como se fossem verdadeiras, como o autor do texto fez, não é apenas uma distorção histórica. É fazer propaganda sionista, que alunos e leitores são obrigados a engolir involuntariamente, o que constitui violação do direito humano à informação correta. Como a grande maioria desconhece a verdadeira história de hebreus, judeus, israelitas, sionistas, israelenses, palestinos, árabes e muçulmanos, a hásbara sionista conta sua versão e a apresenta como real. Vale dizer também que grande parte da comunidade judaica internacional não reconhece a "legitimidade" de os sionistas falarem em seu nome, manipularem sua fé e usarem sua religião para impor um inexistente "direito histórico" à Palestina. Isso não existe. Os judeus que se rebelaram contra os romanos foram assassinados, muitos conseguiram fugir e a maioria permaneceu na própria Palestina, onde até hoje vivem seus descendentes. Muitos se consideram refugiados em função da invasão sionista na Palestina.

    A convivência entre judeus, cristãos, muçulmanos e drusos na Palestina sempre foi respeitosa. Os problemas começaram quando os sionistas chegaram lá em fins do século XIX, com o objetivo de fundar Israel porque a família Rothschild queria expandir seus negócios no Oriente Médio, região rica em petróleo e gás. A motivação foi política e econômica, e não religiosa. O movimento sionista usou a religião e a fé de uma grande comunidade para confiscar um país, expulsar a maioria de sua gente, apropriar-se de terras que jamais lhes pertenceram, obrigar todo um povo — os árabes palestinos — a viver com dificuldades como refugiados; a propaganda feita contra esse povo, inclusive a acusação falsa de "terrorismo" — o direito internacional reconhece o direito de um povo ocupado a resistir COM TODOS OS MEIOS A SUA DISPOSIÇÃO, INCLUSIVE A LUTA ARMADA –, transformou os palestinos em párias. Só muito recentemente, e com um esforço enorme, eles vêm conseguindo mostrar ao mundo sua verdadeira história, desmascarando os mitos sionistas.

    Sou jornalista, vivi na Palestina e em Israel e pesquiso esse tema há nove anos. Tudo que escrevi aqui pode ser comprovado. Tenho todas as fontes secundárias que citam as fontes primárias cujas informações compartilhei aqui.

    A questão palestina só será resolvida com o reconhecimento da verdade histórica, direitos iguais para palestinos e israelenses (hoje há apartheid escancarado, por lei e na prática) e convivência respeitosa num país único (como já é hoje, na prática), unificado, democrático, com liberdade de opção religiosa (quase 70% da população israelense não é judaica e sim secular), direito ao casamento civil (em Israel só vale o religioso, ao contrário do que acontece na Palestina) e enfraquecimento político, ou mudança completa de orientação, do sionismo.

    Quanto ao sr. Mário Furley Schmidt, diante de sua obra, que não costuma enganar os alunos com falsos motivos para o decorrer histórico, derrapou feio nessa questão. O sobrenome é judeu alemão, e, pelo texto, eu arriscaria dizer que ele nutre simpatias pelo sionismo. Talvez sua formação, de leitura bíblica como se fosse a história dos judeus, tenha comprometido sua isenção. Fica o registro das minhas informações, para que ele mesmo busque as fontes que cito aqui (e que representam apenas cerca de 0,1% das minhas leituras) e faça as devidas correções nas próximas edições de seu livro.

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